Projecto Literacia em Saúde – Rinite e Alergias

A rinite é uma inflamação da mucosa do nariz e é um problema muito comum na população.

Quando é alérgica, pode ter várias causas: pólenes, fungos, ácaros do pó da casa, latex, pêlos de animais (cão, gato) e penas de aves.

 

Sintomas típicos:

  • Crises de espirros
  • Congestão e obstrução nasal
  • Corrimento nasal aquoso
  • Prurido (“comichão”) nasal, que muitas vezes também pode afectar a garganta e os olhos

Alergia ocular intermitente muito associada à rinite alérgica:

– Olhos vermelho

– Lacrimejo

– Comichão

– Sensação de corpo estranho

Resultado de imagem para alergias cartoon

E como se pode tratar a rinite alérgica?

  • Mais importante: evitar os agentes que causam a alergia!
  • Se é difícil evitar os agentes: ajuda medicamentosa, com anti-histamínicos – podem causar sonolência (os mais actuais já não provocam), por isso devem ser tomados á noite, evitando também conduzir e ingerir bebidas alcoólicas;
  • Alergia ocular (conjuntivite alérgica): os colírios que podem aliviar o prurido e a congestão ocular e deve evitar-se o uso de lentes de contacto;
  • Sintomas de rinite alérgica: as gotas nasais ou sprays ajudam no alívio do prurido e da congestão nasal.

 

Alergia aos ácaros:

  • Causa mais importante de sintomas que duram o ano inteiro;
  • Evitar o contacto com o pó da casa e ter a casa limpa, arejada e bem iluminada;
  • Evitar alcatifas e tapetes e preferir edredões hipoalergénicos em vez dos cobertores;
  • Antes de usar roupa (sobretudo de lã) da estação anterior, sacudi-la bem e lavá-la.

Alergia aos pólenes e fungos:

  • Alergia apenas em determinadas épocas do ano;
  • A duração e intensidade dos sintomas dependem dos ciclos de polinização e variam dentre as regiões – importante conhecer o Boletim Polínico (www.spaic.pt), onde é dada a informação sobre os níveis de pólenes que se vão encontrar no ar!
  • Evitar passeios pelo campo nos dias secos e com vento e fechar as janelas de casa e do automóvel e evitar os locais com níveis de pólen mais elevados.

Alergia aos pelos e penas de animais:

  • Evitar o contacto com os animais causadores da alergia ou, pelo menos, evitar tê-los no interior da casa;
  • No caso da alergia às penas, evitar almofadas, casacos ou edredões de penas.

 

E quando devo consultar o médico de família?

Se suspeita que tem rinite alérgica, para tentar descobrir a sua origem, ou, no caso de doença já conhecida, se os sintomas deixam de estar controlados com as medidas que já costuma usar.

 

Bibliografia:

– Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica: Manual educacional do doente: Alergénios – ambiente exterior; Manual educacional do doente: Rinite

https://www.mgfamiliar.net/itemgenerico/alergias-asma-rinite-e-conjuntivite?A=SearchResult&SearchID=2094487&ObjectID=315506&ObjectType=35

Realizado por: Juliana Morais (interna de 1º ano MGF)

Alerta – Infiltrações

Alertam-se os utentes que temos há mais de um ano, infiltrações (ver fotos) nos gabinetes 9 e 10.

Aos utentes que forem atendidos nesses gabinetes, pede-se desde já desculpa pelas más condições, mas de momento não existem alternativas.

 Aguardamos há mais de um ano, as obras necessárias.

Aguardamos também a avaliação da Saúde Pública para se perceber se podemos ou não continuar a utilizar estes gabinetes.

Se estes tiverem que ser fechados por segurança, será necessário que adiar consultas e actividades programada.

Informaremos eventuais desenvolvimentos da situação.

“Sono e tempo de ecrã” – Sessão educativa

Quantas horas dorme por noite?

Uma vez mais a USF Serra da Lousã partilhou e discutiu o tema “Sono e tempo de ecrã”, agora com alunos do 10ºA da Escola Secundária da Lousã. Integrados num escalão de aprendizagem mais exigente, que para muitos significa o início de uma caminhada que os lançará no futuro profissional, o Sono é fator primordial no decorrer desta etapa. O bem-estar físico e emocional, a motivação e o rendimento escolar podem ser afetados pela quantidade e qualidade do sono.

À semelhança da primeira sessão, pudemos constatar que a média de horas de sono da turma ronda as 7 horas, destacando que alguns alunos dormem apenas 6 horas enquanto outros alcançam as 9 horas de sono. Para nossa agradável surpresa verificámos haver jovens que cumprem as regras de uma boa higiene do sono, nomeadamente na remoção de aparelhos informáticos e eletrónicos (telemóvel, TV, computador, tablet…) do quarto, durante o período do sono.

No entanto, mantemos a nossa preocupação relativamente ao tempo de ecrã, com médias de utilização claramente superiores às duas horas (média entre 4 a 5 horas).

A experiência foi uma vez mais enriquecedora para todos, onde os alunos puderam partilhar dúvidas e experiências pessoais, existindo por parte da professora interesse na abordagem de outros temas.

Agradecemos à equipa do Projeto de Promoção e Educação para a Saúde (PPES) do Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL) que embarcou connosco nesta aventura didática e à Professora Maria Dulce Silva que nos acompanhou nesta sessão.

Na foto, os dinamizadores da apresentação Dr. Luís Amaral, Dra. Joana Oliveira Ferreira e a aluna de Medicina Inês Vaz Arnaud, com a Profª Maria Dulce Silva.